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LELO quer que masturbação vire prescrição de saúde

A LELO do Reino Unido publicou no final do mês passado uma carta aberta pedindo ao Departamento de Saúde (NHS) que inclua prescrições para masturbação como parte de um programa de bem-estar mais amplo. 

Isso ocorre depois que uma pesquisa revelou que 66% dos britânicos são mais produtivos após o orgasmo.

Segundo a pesquisa da LELO, 78% das pessoas se sentem mais felizes por causa do orgasmo. Estando só ou em boa companhia.

Além disso, 40% dos participantes desse levantamento acreditam que os efeitos de melhora do humor duram até cinco dias depois de um orgasmo.

Basicamente, uma boa punheta na segunda-feira de manhã manterá um sorriso no rosto até o fim de semana.

“A função do prazer é nos fazer sentir bem. O auto prazer  e a masturbação podem ter benefícios positivos para a saúde de várias maneiras. Incluindo a liberação do hormônio ocitocina, que pode diminuir os níveis de cortisol. Além de conhecer melhor nosso corpo e criar autoconfiança sexual “, disse Kate Moyle, terapeuta sexual da LELO do Reino Unido, ao The Mirror. 

Menos stress e sono de qualidade

Estudos demonstraram que a ocitocina reduz os níveis de outros hormônios associados ao estresse. E ainda outros já confirmaram que a ocitocina e a prolactina – outro hormônio liberado por causa da masturbação – naturalmente ajudam a dormir.

“Potencialmente recomendado como parte de um programa integrado de bem-estar. A masturbação pode ser benéfica para alguns pacientes, quando apresentada com confiança e informações educacionais”, concluiu Moyle.

Nada de novo: só estamos voltando um pouco a fita para o final do século 19. Lembra que o vibrador nasceu numa época que a masturbação era prescrita para mulheres como um tratamento para a ‘histeria’?

E histeria naquela época era o quê? Um diagnóstico geral da mulher que  sofria de ansiedade, insônia, irritabilidade e desmaio. (Será que te lembra, tipo, as atuais crises de pânico?)

Portanto, não é uma ideia tão louca assim. Mas é sempre bom lembrar de que você não precisa de receita médica para desfrutar de uma boa siririca. 😉

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Autor Julianna Santos

Relações Públicas, atuante em assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para internet. Pós graduada em Educação Sexual pelo ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, atendeu a várias empresas e profissionais do ramo erótico de 2002 até atualidade, estando inclusive a frente da sala de imprensa da Erótika Fair de 2002 a 2010. Também é certificada em Inbound Marketing pelo HubSopt Academy.

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