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Sexo ajuda a você sobreviver a um ataque cardíaco

Estudo em Israel sugere que os sobreviventes de ataques cardíacos que têm uma vida sexual ativa têm menos probabilidade de morrer nas décadas seguintes a um primeiro ataque.

Os pesquisadores acompanharam o destino de 1.120 homens e mulheres por 22 anos. Eles tinham 65 anos ou menos na época do primeiro ataque cardíaco. Durante o período do estudo, 524 pessoas morreram.

As pessoas que relataram que tiveram relações sexuais mais de uma vez por semana tiveram 27% menos probabilidade de morrer durante o período do estudo.

Essa porcentagem vai caindo de acordo com a frequência sexual. Os participantes do estudo que tiveram sexo semanalmente antes do ataque cardíaco tiveram menos 12% de probabilidade morrer.

Já as pessoas que tiveram algum sexo – mas não com freqüência – foram 8% menos propensos a morrer.

O interessante é que menos da metade das pessoas sexualmente inativas viviam com um parceiro fixo no ano anterior ao ataque cardíaco. Mas 94% das pessoas que fizeram sexo mais de uma vez por semana, tinham um parceiro fixo.

No ano anterior ao ataque cardíaco, 67% das pessoas que não fizeram sexo também não se exercitaram.  45% das pessoas que fizeram sexo mais do uma vez por semana também se exercitavam regularmente.

Pessoas sexualmente inativas também tinham maior probabilidade de ter pressão alta, colesterol alto, diabetes e múltiplos problemas crônicos de saúde no ano anterior ao ataque cardíaco do que pessoas que faziam sexo mais de uma vez por semana.

Sexo depois do ataque cardíaco também ajuda na sobrevida mais longa

A conexão entre sexo e probabilidades de sobrevivência pareceu ainda mais forte para pessoas com vida sexual ativa depois de sofrer um ataque cardíaco. 

Aquelas que tiveram relações sexuais pelo menos uma vez por semana no pós ataque foram 28% menos propensas a morrer.

Já as pessoas que tiveram sexo semanalmente tiveram 37% menos probabilidade de morrer. Subindo 33% com menos chance de morrer aqueles que tiveram mais sexo de uma vez por semana.

Vida sexual ativa age em nível de cromossomo

“É possível que sexo frequente leve a mudanças biológicas que ajudem as pessoas a viver mais tempo. O sexo está associado a limites mais longos no final dos cromossomos, conhecidos como telômeros. Esses telômeros tendem a encolher com a idade e em resposta ao estresse. E telômeros mais longos estão associados a uma vida mais longa”. A explicação é  da equipe da Universidade de Tel Aviv, responsável por este estudo.

“O sexo regular também está ligado a níveis mais altos do hormônio testosterona em homens e mulheres. A baixa testosterona está associada tanto ao aumento do risco de doenças cardiovasculares como ao baixo desejo sexual”, acrescentam. 

 

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Autor Julianna Santos

Relações Públicas, atuante em assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para internet. Pós graduada em Educação Sexual pelo ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, atendeu a várias empresas e profissionais do ramo erótico de 2002 até atualidade, estando inclusive a frente da sala de imprensa da Erótika Fair de 2002 a 2010. Também é certificada em Inbound Marketing pelo HubSopt Academy.

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