Mycoplasma Genitalium

Mycoplasma genitalium pode ser a próxima superbactéria, entenda

Você pode não ter ainda ouvido falar dela, mas a Mycoplasma Genitalium pode ser mais comum do que você imagina. Ela pode ficar “escondida” no trato urinário de homens e mulheres por 6 meses e está cada vez mais resistente aos medicamentos. Faça sexo seguro!

Descoberta nos anos 80, ficou em segundo plano nas pesquisas por causa do HIV. Mas sua recente notoriedade, segundo o ABC News, veio a tona depois  que a  Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV lançou semana passada novas diretrizes de tratamento e prevenção para ajudar a impedir que o MG alcance o status de superbactéria.

Mas já em 2015, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA classificaram a MG como uma “questão emergente” entre as DSTs.

Efeitos e sintomas da Mycoplasma Genitalium

Nos homens – uretrite no ducto que transporta urina e sêmen através do pênis. Como sintoma pode surgir muco e sensação de queimação na hora de urinar

Nas mulheres – pode afetar o trato reprodutivo, incluindo cervicite, ou infecção do colo do útero, e doença inflamatória pélvica, uma infecção dos órgãos reprodutivos femininos, podendo inclusive levar a infertilidade, causar abortos espontâneos e partos prematuros. Como sintomas, pode apresentar  micção dolorosa, inflamação do colo do útero, hemorragia na hora do sexo. Mas, na maioria das vezes, fica silenciosa sem apresentar sintomas.

O que preocupa?

A Mycoplasma Genitalium está se tornando rapidamente resistente aos medicamentos.

Não sendo tratada a tempo pode causar danos irreparáveis à saúde reprodutiva e se espalhar ainda mais entre pessoas que praticam sexo sem proteção. E isso inclui não só o contato direto entre os genitais mas também pelo contato das mãos com os genitais e os brinquedos sexuais infectados.

O uso indiscriminado de antibióticos para tratar outras doenças também tem ajudado a essa bactéria ficar cada vez mais resistente aos tratamentos.

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Autor Julianna Santos

Relações Públicas, atuante em assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para internet. Pós graduada em Educação Sexual pelo ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, atendeu a várias empresas e profissionais do ramo erótico de 2002 até atualidade, estando inclusive a frente da sala de imprensa da Erótika Fair de 2002 a 2010. Também é certificada em Inbound Marketing pelo HubSopt Academy.

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