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Quarta é dia de falar sobre a Sexualidade da Mulher Moderna

Samanta Marzano, psicóloga e terapeuta sexual fala sobre a sexualidade da mulher moderna na live do instagram @mercadoerotico nessa 4ª, dia 6, a partir das 18h

Formação profissional, trabalho, beleza, relacionamento, carreira, maternidade, maturidade, envelhecimento são as preocupações da maioria das mulheres modernas.

Se antigamente o foco era o casamento e a manutenção de uma família feliz, para muitas mulheres nos tempos atuais, essa missão pode ter se somado a outras mais e a sobrecarga aumentou.

Um levantamento do IBGE divulgado em março desse ano, mostra que a conciliação da dupla jornada fez com que, em 2019, cerca de um terço delas trabalhasse em tempo parcial, isto é, até 30 horas semanais. Esse tipo de situação se verificou em apenas 15,6% entre os homens empregados.

É certo que hoje elas têm menos filhos (ou escolhem nem te-los), nem sempre querem um marido, e são melhor equipadas por eletrodomésticos cada vez mais eficientes. Mas querem mais e não aceitam menos.

A necessidade por reconhecimento por igualdade com os homens em salários e cargos e de respeito por suas escolhas não tão convencionais já é uma realidade nos últimos 30 anos, porém pouco se conseguiu nessa área e a base de muita luta.

Segundo esse mesmo estudo, em 2019, as mulheres receberam, em média, 77,7% do montante auferido pelos homens. A desigualdade atinge proporções maiores nas funções e nos cargos que asseguram os maiores ganhos. Entre diretores e gerentes, as mulheres receberam 61,9% do rendimento dos homens. O percentual também foi alto no grupo dos profissionais da ciência e intelectuais: 63,6%.

O dia cansa, mas a noite rende!

Mas também as coisas melhoraram na cama: elas querem mais consensualidade, prazer e bem estar e se incomodam quando não gozam e fingem só para agradar o parceiro.

Prova disso são os dados colhidos pelo Ashley Madison, principal site de namoro para pessoas casadas do mundo. Segundo a análise, 64% das mulheres se sentem negligenciadas sexualmente em seu casamento, sendo que 44% delas dizem que a falta de sexo interessante e frequente é o que as leva a trair.

E pra que parceiro? Pode ser parceira, também porque não? E quem sabe até um trisal? O empoderamento feminino trouxe muitas dádivas e libertação inclusive para aceitação de orientações sexuais cada vez mais não tão binárias.

Um estudo brasileiro ligado à Faculdade de Medicina da USP e publicado em janeiro na revista Scientific Reports levantou uma amostragem que revela uma proporção de 0,69% transgêneros e 1,19% não-binários entre pessoas adultas, ou o equivalente a quase 3 milhões de indivíduos no Brasil.

E já em 2016, uma pesquisa feita com quase 9 mil adultos solteiros nos Estados Unidos mostrou que um em cada cinco já havia tido um relacionamento consensualmente não-monogâmico.

Cadê o meu prazer que tenho direito?

E por mais que o movimento de empoderamento feminino e sororidade esteja em alta e na pauta na grande mídia e redes sociais, alguns desafios ainda precisam ser vencidos.

A falta ou deficiência de orgasmo ainda é grande e as novas gerações também sentem a mesma dificuldade. No Brasil, pesquisas da Prazerela mostram que apenas 36% das mulheres atingem o orgasmo durante suas relações sexuais.

A profusão imensa de informações na internet parece não dar conta da necessidade um processo contínuo e orientado de formação: uma educação sexual ao longo da adolescência e vida adulta.

Ainda é confuso pôr em prática os conceitos de autocuidado, auto prazer e de prevenção a relacionamentos tóxicos e abusivos, já que a única fonte de informação sobre autoestima e afetividade está nos questionáveis livros e blogs de auto ajuda.

O medo do abandono e a carência ainda levam às mulheres a tentarem várias saídas para manter suas relações em uma busca incessante por felicidade e plenitude. 

Segundo pesquisa feita pelo Archives of Sexual Behavior, 3 a cada 4 mulheres hétero já fingiram orgasmo, e mulheres que suspeitam da infidelidade de seu parceiro são as mais propensas a fingir um orgasmo.

O termo “conjugalidade” não é tão recente, mas só caiu nos ouvidos e nas bocas da sociedade, agora, na pandemia com o isolamento social e os entraves que resultaram para os relacionamentos sobre o mesmo teto ou à distância.

Clareando seus caminhos

Para todas essas questões, temos um universo de soluções específicas para cada mulher, é fato. Mas para todas, uma live com a psicóloga e terapeuta sexual, Samanta Marzano, pode clarear horizontes.

Graduada em Psicologia pela Universidade de Taubaté (Unitau); Pós-graduada em Sexualidade pelo Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP) /Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e Pós-Graduada em Terapia Comportamental pela Universidade de São Paulo (USP), Samanta também é grafóloga e consultora Master Power, uma metodologia desenvolvida por Roberto Shinyashiki para estudar os estados de poder das pessoas e ajudá-las a alcançar seus objetivos de vida. 

Faz atendimento em consultório e online, ministra palestras, realiza treinamentos em empresas, e apresenta o Programa Dr  Sexo, além de dirigir o CEDES (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade).

Vai perder essa?

SERVIÇO:

LIVE ESPECIAL – MercadoErotico.org

Dia 06 de outubro – a partir das 18h (horário de Brasília) 

Local: @mercadoerotico

Autor Julianna Santos

Relações Públicas, atuante em assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para internet. Pós graduada em Educação Sexual pelo ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, atendeu a várias empresas e profissionais do ramo erótico de 2002 até atualidade, estando inclusive a frente da sala de imprensa da Erótika Fair de 2002 a 2010. Também é certificada em Inbound Marketing pelo HubSopt Academy.

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