É oficial: agora São Paulo tem festa para casais bi-bi

A Festa Violet é o espaço seguro e sedutor para que os casais bi-bi possam se revelar e entrosar na Spicy Club

Há quatro edições hospedada em outras festas liberais no formato camarote, a Violet, festa para casais bi-bi agora terá uma noite exclusiva na programação da Spicy Club.

Dia 13 de maio, a partir das 22h, a charmosa casa de Moema estreia a nova atração, fruto da observação precisa de Fábio Leandro, experiente gestor de entretenimento adulto que há mais de 30 anos atua na noite paulistana.

“ Os casais bi-bi, onde ambos os pares são bisexuais, estão começando a se assumir e estavam até então sem uma festa dedicada para eles. Nenhuma casa na capital tinha pensado em uma atração para eles.Assim como o caso da Festa Cuckoo para cuckolds e hot wifes, e a ConS3nsual para os amantes do menáge feminino, vi uma grande ascensão dessa expressão sexual e, em parceria com o casal Livre, lançamos a Violet” conta Fábio.

O casal Livre, Laura e Lucas, ambos jovens, super bem resolvidos, abraçaram a missão trazendo então muitos casais para a Violet.

“Como antes não tínhamos um evento para nos encontrar com outros casais, nos reunimos em festas secretas em casas de amigos. E hoje, depois que estamos na Spicy Club com a Violet, cada vez mais tem crescido o número de pessoas que vêm por curiosidade. E agora conseguem realizar suas fantasias de forma segura e sem julgamento, já que na nossa festa, a bisexualidade dos homens não é marginalizada como é nas outras baladas liberais”, explica Lucas.

Fábio Leandro sempre atento aos grupos liberais analisou que no meio swing, 99% das mulheres já se declaram bisexuais enquanto que 90% dos homens se afirmam como héteros. “O camarote Violet tem revelado o contrário, representando um lugar seguro para esses homens se assumirem”.

“Embora o conceito liberal carregue a bandeira da liberdade feminina, esse modelo ainda espelha a sociedade atual baseada na dominação masculina. Onde somente as mulheres podem sensualizar e andarem nuas, e os corpo femininos, continuam sendo utilizados como gatilho para ativar o desejo masculino. E onde o bi-feminino é quase uma norma e o bi-masculino ainda visto com preconceito” completa Fábio que criou a Spicy Cub para ser uma balada verdadeiramente liberal.

“Aqui, as pessoas podem se identificar com vários estilos de vida ou até com nenhum, mas pelo menos tiveram a chance de experimentar.Nossa principal preocupação é oferecer um ambiente seguro, com infraestrutura, cenários e equipe, para proporcionar diversão, segurança e conforto para todos os públicos que buscam oportunidades de encontrar e conhecer pessoas que partilham das mesmas filosofias e que se identificam como comunidade, livre de preconceitos e julgamentos” conclui.

Serviço:

Spicy Club – Alameda dos Pamaris, 42 – Moema – São Paulo – SP

Censura: 18 anos

Formas de pagamento: Aceita todos os cartões de crédito, débito ou dinheiro

Valet parking na porta (R$ 40,00)

Chapelaria ( R$15,00)

Informações e ingressos antecipados acesse www.spicyclub.com.br

Autor Julianna Santos

Relações Públicas, atuante em assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para internet. Pós graduada em Educação Sexual pelo ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, atendeu a várias empresas e profissionais do ramo erótico de 2002 até atualidade, estando inclusive a frente da sala de imprensa da Erótika Fair de 2002 a 2010. Também é certificada em Inbound Marketing pelo HubSopt Academy.

LEIA TAMBÉM

sindrome-da-boazinha

Síndrome da Boazinha: quando a necessidade de agradar o outro se torna um problema

Você se considera boazinha demais? Está sempre em busca da aprovação do outro? Acha que as pessoas podem estar se aproveitando de você, em função do seu  jeitinho? Tem dificuldade de dizer não, mesmo que não tenha tempo ou interesse em atender determinadas solicitações? Se você respondeu sim para estas perguntas, certamente sofre com a “Síndrome da Boazinha”. Este é um padrão de comportamento compulsivo e não um transtorno psiquiátrico, como explica Filipe Colombini, psicólogo e CEO da Equipe AT.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Verified by ExactMetrics