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Laços eróticos de origem japonesa: Conhecendo o Shibari

Entre os prazeres sexuais de alguns casais estão os laços, como a escravidão, uma prática erótica onde o corpo do casal está imobilizado com cordas, muito associado ao famoso livro e filme cinquenta tons de cinza. No entanto, há outra prática de origem japonesa que não se limita apenas a laços simples, eles usam técnicas para alcançar uma arte sensual, é o Shibari.

Shibari significa “amarrar” e envolve amarrar com estética, usando cordas de fibras naturais. No meio do ato sexual, o homem, em geral, desliza suavemente cabos de algodão sobre o corpo da mulher, fazendo voltas e nó no corpo até a imobilizar.

Walter Ghedin, um psiquiatra e sexólogo, explicou em um artigo de Ifobae que o Shibari deriva do Hojōjutsu, uma arte marcial baseada em amarrar um prisioneiro com uma corda e praticada durante séculos, o Shibari tomou uma arte erótica no final do século XIX, início do século XX.

Esta prática é sensual, amorosa e perturbadora, ideal para pessoas dispostas a experimentar e ansiosas para reavivar a chama do amor, então deixamos alguns pontos importantes de acordo com as informações fornecidas pelo sexólogo Ghedin.

10 pontos importantes que você deve saber sobre Shibari

  1. A vulnerabilidade é a chave
    Durante a imobilidade que a pessoa amarrada tem, ele recebe massagens eróticas, sexo oral ou é penetrada, o que a leva a se concentrar quase exclusivamente no prazer que recebe.
  2. Não é necessário ser profissional para apreciá-lo.
    A faísca amorosa pode ser encontrada em casa mesmo se você for iniciante.
  3. Homens e mulheres
    Nesta arte, qualquer pessoa pode assumir o controle, de maneira que rompe com paradigmas sexuais.
  4. Destaque as partes íntimas do corpo humano
    Os desenhos dos laços são projetados para favorecer e mostrar a figura do corpo. Cada nó ou passada está estrategicamente colocado em pontos de acupuntura para estimulação e aumento da energia sexual.
  5. Crie suas fantasias
    O Shibari é uma opção para incluir diferentes poses, mudanças de temperatura, marcas ou desenhos com cordas. Além disso, as fantasias de serem dominadas são feitas onde existem papéis de poder como o famoso: mestre e submisso.
  6. Confiança e cautela
    O casal que usa a arte do Shibari deve ter a confiança necessária no outro para explorar os efeitos produzidos pelos anexos.

É preciso ser cauteloso e ter tesoura ao alcance para cortar os laços em caso de emergência porque, o Shibari tem seus riscos.

Se os nós são muito apertados, eles podem deixar marcas e hematomas e, no pior, as cordas podem cortar a circulação e causar desmaios. Além disso, recomenda-se evitar amarrar o pescoço ou articulações, usando materiais flexíveis e macios em contato com a pele, e uma pausa na atividade se ocorrer hiperventilação, cãibras ou tonturas.

Com informações de infobae.com

Autor Paula Aguiar

Publicitária, Consultora do Mercado Erótico, Escritora. Atua no Mercado Erótico Brasileiro desde o ano 2000. Autora de inúmeros livros de negócios e também sobre produtos eróticos para os consumidores. De 2010 a 2017, presidiu a ABEME – Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico, onde junto ao conselho, ajudou a direcionar o mercado erótico em relação à qualidade de produtos e boas práticas empresariais. Também idealizadora do Prêmio Melhores do Mercado Erótico e Sensual que, desde 2016, anualmente elege as melhores empresas, as inovações, os produtos mais queridos e desejados e as ações que estimularam o desenvolvimento do setor. E fundadora do MercadoErótico.Org

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